A diminuição da libido, assim como chamada de desejo sexual hipoativo no momento em que é persistente e circunstância sofrimento, pode ter inúmeras origens. Alterações hormonais estão entre as alternativas, todavia não são a explicação pra todos os casos. Estresse, amargura, depressão, dificuldades no relacionamento, aflição durante a relação sexual, uso de medicamentos, privação de sono e doenças crônicas assim como conseguem suprimir o interesse por sexo. Desta forma, distinguir uma possível deficiência hormonal exige uma avaliação clínica completa, e não só a realização de um check-up isolado.
Os hormônios participam do desejo sexual, da energia, do humor, da resposta aos estímulos e da função dos órgãos reprodutivos. Entre os principais envolvidos estão a testosterona, o estrogênio, a progesterona, os hormônios da tireoide e a prolactina. A credibilidade de cada um varia conforme o sexo biológico, a idade, o instante reprodutivo e as características individuais. Também, níveis considerados “normais” no laboratório não significam necessariamente que alguém não possa expor sintomas; os resultados precisam ser interpretados perto com a história clínica.
No momento em que a ausência de libido pode estar relacionada a hormônios?
A possibilidade de uma razão hormonal se intensifica no momento em que a perda do desejo surge junto com outros sinais físicos ou emocionais. Queda de libido acompanhada de cansaço persistente, redução de massa muscular, ondas de calor, modificações menstruais, secura vaginal, disfunção erétil, perda de pelos, mudanças de peso, intolerância ao gelado ou ao calor e modificações interessantes do humor merece investigação médica.
É essencial diferenciar uma modificação normal do vontade de uma mudança que requer atenção. A libido podes oscilar durante a existência e conforme a rotina. Um período de maior estresse, noites mal dormidas ou conflitos afetivos não indica automaticamente deficiência hormonal. Em geral, a investigação é mais necessária quando o miúdo desejo dura diversas semanas ou meses, representa uma transformação em ligação ao padrão tradicional, provoca sofrimento ou interfere pela existência pessoal e no relacionamento.
Testosterona baixa
A testosterona é frequentemente associada à libido masculina, entretanto assim como está presente nas mulheres e podes influenciar o desejo sexual em ambos. Nos homens, a deficiência de testosterona, chamada hipogonadismo, poderá causar diminuição do desejo, dificuldade de ereção, diminuição das ereções espontâneas, cansaço, perda de potência e massa muscular, acrescentamento da gordura corporal, infertilidade, anemia ou diminuição da densidade óssea.
Nas mulheres, uma queda pela testosterona poderá estar associada a diminuição do desejo, pequeno excitação, redução da sensibilidade genital e cansaço. Porém, esses sintomas são inespecíficos e assim como podem passar-se por deficiência de estrogênio, depressão, exercício de medicamentos ou dificuldades na conexão. Não existe um valor único que explique todos os quadros, principalmente pelo motivo de os níveis femininos são mais baixos e os testes têm limitações técnicas.
A testosterona varia durante o dia e costuma ser mais alta na manhã. Em vista disso, no momento em que há suspeita de deficiência em homens, o médico normalmente solicita testosterona total em uma amostra matinal, preferencialmente entre 7 e 10 horas, e repete o exame se o efeito estiver nanico ou limítrofe. Em alguns casos, avalia assim como a testosterona livre ou calcula tua disponibilidade por meio da globulina ligadora de hormônios sexuais, conhecida como SHBG, além da albumina.
Um diagnóstico de hipogonadismo não precisa ser feito apenas com apoio em sintomas ou somente em um efeito laboratorial. É indispensável descobrir níveis consistentemente baixos e investigar a causa. Obesidade, diabetes, apneia do sono, doenças da hipófise ou dos testículos, uso de opioides, anabolizantes e alguns corticoides são capazes de interferir na elaboração hormonal.
Estrogênio, menopausa e pós-parto
O estrogênio afeta a lubrificação vaginal, a sensibilidade dos tecidos genitais, o conforto no decorrer da ligação e o bem-estar geral. Pela transição pra menopausa, a realização ovariana de estrogênio corta. Como resultância, várias mulheres apresentam ondas de calor, irregularidade menstrual, insônia, transformações de humor, secura vaginal, agonia na penetração e diminuição do desejo.
A secura e a aflição podem diminuir a libido de forma indireta: no momento em que a atividade sexual passa a ser associada ao incômodo, é comum que o interesse diminua. Desse fato, nem sempre o problema principal é uma “falta de desejo”; podes existir uma condição geniturinária da menopausa, anteriormente chamada de atrofia vaginal, que precisa ser tratada.
Após o parto, a libido assim como podes cair devido a da amamentação, do aumento da prolactina, da diminuição do estrogênio, da privação de sono, da adaptação à maternidade e de possíveis modificações emocionais. A presença de amargura intensa, desesperança, ansiedade incapacitante ou pensamentos de autoagressão exige atendimento rápido, pois podes indicar depressão ou outro transtorno que precisa de cuidado especializado.
Em mulheres na menopausa, a dosagem de estrogênio não é sempre que é necessária para atestar a alteração, sobretudo quando a idade e os sintomas são compatíveis. Os níveis variam bastante e um consequência isolado pode não esclarecer a circunstância. O médico poderá pedir exames quando há indecisão diagnóstica, menopausa precoce, carência de menstruação sem definição ou suspeita de outra doença.
Alterações da tireoide
A tireoide produz hormônios que regulam o metabolismo, a temperatura corporal, a energia e várias funções do corpo. Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo são capazes de afetar a sexualidade. No hipotireoidismo, podem decorrer cansaço, sonolência, ganho de peso, pele seca, constipação, sensação de gelado, depressão, transformações menstruais e queda do desejo. No hipertireoidismo, são mais comuns perda de peso, palpitações, tremores, preocupação, insônia, intolerância ao calor e irregularidade menstrual, todavia a libido bem como pode ser prejudicada.
A avaliação inicial costuma adicionar o TSH, hormônio estimulante da tireoide, e, quando indispensável, o T4 livre. O tratamento da disfunção tireoidiana podes aperfeiçoar a energia e a vontade, no entanto a recuperação não é obrigatoriamente imediata. Bem como é possível que a libido continue baixa por outros fatores, mesmo após os exames da tireoide se normalizarem.
Prolactina elevada
A prolactina é produzida pela hipófise e tem papel essencial na amamentação. No momento em que está elevada fora da gestação e da lactação, podes apagar a realização dos hormônios sexuais e apequenar a libido. Em mulheres, pode causar carência ou irregularidade da menstruação, saída de leite pelas mamas sem relação com amamentação, infertilidade e secura vaginal. Em homens, poderá provocar redução do desejo, disfunção erétil, infertilidade e acrescento das mamas.
Alguns medicamentos, como certos antipsicóticos, antidepressivos, medicamentos pra náusea e alguns anti-hipertensivos, são capazes de elevar a prolactina. Estresse, exercício volumoso, desafio das mamas e até a coleta inadequada também são capazes de trocar o efeito. Por isso, diante de uma elevação discreta, o médico pode redizer a dosagem em condições apropriadas antes de solicitar exames de imagem da hipófise.
Quais exames são capazes de ser solicitados?
Não existe um “painel da libido” que sirva para todas as pessoas. A alternativa dos exames depende da idade, dos sintomas, do histórico de saúde, do exercício de remédios e do sexo biológico. Entre os testes que são capazes de ser considerados estão:
- Testosterona total: normalmente coletada na manhã em homens com sintomas compatíveis; pode ser avaliada em mulheres em circunstâncias específicas.
- Testosterona livre ou SHBG: úteis quando a testosterona total não corresponde aos sintomas ou está em faixa limítrofe.
- TSH e T4 livre: usados pra investigar transformações da tireoide.
- Prolactina: indicada no momento em que há redução da libido associada a mudanças menstruais, infertilidade, saída de leite ou suspeita de disfunção da hipófise.
- FSH, LH e estradiol: podem auxiliar em casos selecionados de irregularidade menstrual, menopausa precoce, infertilidade ou suspeita de falência ovariana ou testicular.
- Hemograma, glicemia, hemoglobina glicada, função renal e hepática: conseguem discernir doenças que contribuem pra cansaço e mudanças sexuais.
Os exames necessitam ser solicitados e interpretados por um profissional de saúde. Fazer dosagens hormonais por conta própria podes gerar preocupação desnecessária, especialmente por causa de os valores variam conforme o horário, o passo menstrual, a gestação, o emprego de anticoncepcionais e outros medicamentos. Além disso, suplementos vendidos como “potencializadores hormonais” podem conter substâncias não declaradas e causar efeitos adversos.
Como é feita a investigação médica?
A consulta começa com perguntas detalhadas. O profissional podes investigar quando a mudança começou, se foi gradual ou súbita, se existe desejo em situações específicas, se há excitação ou orgasmo, se acontece dor, secura, contrariedade de ereção ou ejaculação e se o problema razão desgosto. Bem como é significativo discursar sobre sono, estresse, saúde mental, relacionamento, emprego de álcool e algumas substâncias, atividade física e alimentação.
O médico revisará os medicamentos em emprego. Antidepressivos, antipsicóticos, anticonvulsivantes, opioides, alguns anti-hipertensivos, finasterida, certos anticoncepcionais e outros tratamentos conseguem interferir no desejo ou na resposta sexual. Isso não significa que a pessoa deva interromper o remédio sozinha. A troca da medicação, a diminuição da dose ou a escolha de alternativas deve ser discutida com o profissional responsável.
Em outras circunstâncias, o checape físico podes avaliar pressão nas artérias, peso, distribuição de pelos, tireoide, mamas, testículos e sinais de doenças metabólicas. Pessoas com alterações menstruais ou aflição pélvica podem ser obrigado a de avaliação ginecológica. Homens com sintomas persistentes conseguem ser encaminhados ao urologista ou endocrinologista. A avaliação psicológica ou sexológica bem como é valiosa, inclusive quando existe uma razão hormonal, porque os estilos emocionais e relacionais frequentemente provocam a recuperação.
O que poderá ser confundido com deficiência hormonal?
A libido poderá minimizar em períodos de depressão, tristeza, luto, esgotamento profissional, conflitos no relacionamento ou experiências sexuais negativas. A inexistência de sono é outro fator significativo: dormir pouco altera energia, humor e, em alguns casos, a geração hormonal. Doenças como diabetes, obesidade, anemia, angústia crônica, doenças cardiovasculares e problemas neurológicos assim como podem afetar a sexualidade.
Pela disfunção erétil, tendo como exemplo, a circunstância poderá ser vascular, psicológica, medicamentosa ou hormonal. Nem todo homem com dificuldade de ereção tem testosterona baixa. Assim como, uma mulher com angústia ao longo da penetração pode conter a vontade devido a da dor, mesmo apresentando níveis hormonais adequados. Discernir o mecanismo principal impede tratamentos inadequados.
Tratamento: depende da razão
No momento em que uma deficiência hormonal é confirmada, o tratamento necessita ser individualizado. No hipotireoidismo, pode ser indicada reposição do hormônio tireoidiano. Em casos de prolactina elevada, o médico investiga a origem e poderá ajustar remédios ou prescrever tratamento específico. Na menopausa, lubrificantes, hidratantes vaginais, terapias locais e, para algumas mulheres, terapia hormonal sistêmica são capazes de ser considerados após avaliação dos benefícios e riscos.
A reposição de testosterona não deve ser utilizada simplesmente para aumentar a libido. Em homens, poderá ser indicada apenas no momento em que existem sintomas compatíveis e deficiência comprovada, após a investigação das causas e das contraindicações. O acompanhamento pode acrescentar exames de sangue, avaliação da próstata no momento em que apropriado, hematócrito, sintomas urinários e traço cardiovascular.
Em mulheres, o emprego de testosterona é mais restrito e necessita de indicação especializada. Várias diretrizes consideram teu exercício em situações específicas da vontade sexual persistentemente reduzido depois da menopausa, no momento em que novas causas foram avaliadas. Produtos manipulados, implantes e doses elevadas podem causar acne, queda de cabelo, acréscimo de pelos, alterações da voz, alterações no colesterol e outros efeitos potencialmente irreversíveis. A automedicação é perigosa.
Independentemente da razão, medidas Como identificar a deficiência hormonal que afeta a libido? regularizar o sono, cuidar depressão e aflição, controlar doenças crônicas, suprimir o consumo exagerado de álcool, realizar atividade física e aperfeiçoar a comunicação no relacionamento são capazes de contribuir pra recuperação do desejo. Terapia sexual ou psicoterapia poderá acudir a suportar com angústia, insegurança, traumas, conflitos e expectativas irreais a respeito da existência sexual.
Quando buscar atendimento rapidamente?
Procure avaliação médica se a perda de libido for persistente, surgir de forma abrupta ou vier acompanhada de ausência de menstruação, saída de leite pelas mamas, agonia de cabeça intensa ou alterações visuais, porque estes sinais podem apontar dificuldades hormonais que necessitam de investigação. Disfunção erétil nova e contínua também merece atenção, em razão de poderá ser um sinal precoce de doença cardiovascular ou metabólica.
Em caso de dor potente, sangramento anormal, sintomas de depressão grave ou pensamentos de autoagressão, busque atendimento com emergência. O desejo sexual é parcela da saúde, entretanto não precisa ser avaliado de forma isolada. A melhor estratégia é observar o conjunto de sintomas, fazer exames somente quando indicados e argumentar os resultados com um profissional qualificado.
Em resumo, a deficiência hormonal podes afetar a libido, mas tua identificação depende da união entre sintomas, histórico, checape físico e testes laboratoriais adequados. Testosterona, estrogênio, tireoide e prolactina estão entre os principais fatores investigados, contudo o diagnóstico não precisa se basear em um único número. Com uma avaliação cuidadosa, é possível reconhecer a razão, escolher um tratamento seguro e recuperar não apenas o interesse sexual, porém bem como a característica de existência.